"Nunca esqueça: A vida também perde a cabeça". M. Fernandes
EXPRESSÕES VISUAIS, DECORAÇÃO, VITRINISMO, SENTIDOS, ESPAÇOS E MAIS O QUE A CABEÇA COMPORTAR OU O QUE DELA EXTRAPOLAR.
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quarta-feira, 28 de março de 2012
domingo, 25 de março de 2012
Chico, affffffffff.
Casa da Cor gosta muito de gente bacana, talentosa, colorida (e PB também!), imaginativa e genial, por isso não podia deixar de registrar a partida deste mundão de um dos maiores artistas nacionais com destino em definitivo à bela Chico City.
Eram muitos os personagens de Chico Anysio e muitos os que eu adorava, mas uma queda em especial tenho por Alberto Roberto, um artista que não deu certo mas que mesmo assim se amava além de qualquer bom senso, e um chamego por Painho, afffff.
Fica aqui uma ótima pedida, a versão dele como cantor em Baiano e os Novos Caetanos.
terça-feira, 20 de março de 2012
Lucidez vai e vem de volta pra mim
Tem um som que gosto muito e na letra diz: "Lucidez, volte para mim".
Lucidez: quem vai dizer que ela não é necessária? É sim, afinal sem ela serviríamos o café no píres em vez de na xícara, usaríamos escova de dentes para o cabelo em vez de nos dentes, e vestiríamos as calças nos braços em vez das pernas, isso só para dar uma amostra da sequência do caos matinal, imagine o resto de nossos dias...
Por outro lado, uma dose de insensatez sempre faz bem, regras para tudo torna as coisas previsíveis demaaais, encaixotadas demaaaais, chaaaatas demaaaais.
Trabalhando atualmente na criação de vitrines de produtos infantis, tenho refletido sobre essas questões. Exemplifico: me contaram certa vez que uma criança em sala de aula desenhou uma nuvem verde, ao que lhe foi sinalizado que a mesma estava ERRADA, pois "nuvens devem ser pintadas de azul".
Oi? ERRADA? Existe alguma coisa colorida de forma errada? Por uma criança, ainda? Ok, desculpa professora que disse isso, mas não, não existe. E oi? AZUL? Não, coloquemos os pingos (de chuva) nos ís, se tem que ser o estrito real a ser ensinado vamos lá: nuvens são brancas e o céu que é azul.
Fato é que nuvens podem ser pretas com bolinhas amarelas se a gente assim quiser, pouca regra há no momento da criação, e eu procuro trazer à tona alguns desses elementos compositivos e até mesmo de minha memória vivencial, sem desfocar porém da lucidez tão igualmente elementar no processo criativo especialmente voltado ao comércio, um meio muito dinâmico e que sempre exige resultados e crescentes.
Minhas memórias particulares passeiam por coisas de quando eu era criança e de todo esse universo, entre elas: algumas vezes eu inventava de beber café com leite NO PÍRES, e me divertia com isso; e o sagrado domingo de noite com Didi Mocó (saudosos Trapalhões), que fazendo graça penteava o cabelo COM ESCOVA DE DENTES, era um sucesso.
E quanto às calças nos braços, é bem atual: tempos desses vi na tv num programa de moda sobre customização em que transformavam uma calça EM UM BOLERO.
Enfim, mais uma vez as partes se complementam: dobradinha de percepção e conexão afinada com a realidade do nosso tempo + o extravassar para além do que se vê ou nos foi convencionalmente passado = bingo! Champagne estourada e tim tim, um brinde ao sucesso.
Lucidez: vá e venha! Jogo de presença e ausência dela, isso faz toda a diferença. Deixo aqui o vídeo da música comentada (Tame Impala - Lucidity), aliás o som é uma maravilha e o vídeo um pitéu.
sexta-feira, 9 de março de 2012
Dançar pra não dançar ou Dê-se ao luxo de estar sendo fútil agora
A data foi ontem, mas a menção ainda vale: Dia Internacional das Mulheres.
Mais uma data comercial, para uns (recheadas de boas investidas de marketing que pude ver espalhadas pela Cidade, diga-se de passagem). Ou um símbolo da luta feminina por um espaço no mercado de trabalho e por condições dignas nessa esfera, para outros (o surgimento da data é na virada do século XX, no contexto da Segunda Revolução Industrial e da Primeira Guerra Mundial, em meio ao processo de incorporação da mão-de-obra feminina em massa na indústria).
Prismas à parte, o dia sempre acaba incitando atribuições ao carinho, à homenagem, ao respeito e ao reconhecimento deste que vem sendo cada vez mais um perfil multifacetado: trabalhadoras, chefes de família, estudantes. E consumidoras atentas, ávidas pela qualidade dos serviços e produtos, descobridoras de suas possibilidades e, assim, constantemente optando por aquilo que as satisfaçam enquanto simplesmente...mulheres. Pois empresárias ou "do lar", roqueiras ou clássicas de tailleur (ou as duas coisas simultaneamente), vividas ou com um mundo pela frente, a essência é mesma a todas reservada.
E como "a direção" deste blog gosta de música + um mundo cromático + dias bonitos, aí vai um som que particularmente pra mim representa o espírito de tudo isso, através da senhora-vovó-eterna-do rock´n roll brasileiro, ladies and gentlemen: misses Rita Lee.
sábado, 3 de março de 2012
Domingo no parque - lovely
A onda click tem imperado neste blog ultimamente. Em breve volto com textos, e quando eles começam também não sossegam por um bom tempo.
Sendo assim, aproveitemos a fotografia, que é uma das expressões mais significativas que há. Essa tirei num parque de Porto Alegre, num clássico domingo de sol.
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